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As Meninas do Futebol

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Nota da Redação

Na sequência desta matéria o comentário sobre nossa atuação na  partida final do Pan, quando conquistamos a prata, mas mercecíamos ouro.

15-10-11

Monyque Luz e equipe

As meninas brilham lá fora, mas não têm chance aqui.

Marta campeã

Nossa Seleção Feminina de Futebol, mesmo sem Marta e Cristiane, que não foram liberadas por seus times no exterior, se saiu muito bem   nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (México), onde conquistram a medalha de prata.

O técnico Kleiton Lima consegui um bom equilíbrio, reunindo  jogadoras jovens com um núcleo  mais experiente. O importante e é que mantivemos nossa boa posição no ranking  da FIFA, o 3º lugar, logo após EUA e Alemanha.

Seja como for, está mais do que na hora de a CBF e os Ministérios do Esporte e da Educação darem mais apoio ao nosso futebol feminino. É incompreensível que não se tenha encontrado ainda uma fórmula para estimular esta categoria que tem condições de atrair um grande público.

Nossa sugestão: já a partir do ano que vem, o Campeonato Brasileiro  poderia ser enriquecido com uma preliminar apresentando o futebol feminino.  Ou seja, jogariam nessa preliminar, as meninas dos times que se  apresentariam, em seguida, no jogo principal.

 Com isso, ganhariam os clubes, embora  fossem obrigados a montar às pressas um time feminino. Ganharia o futebol feminino que finalmente  alcançaria as grandes audiências da TV e rádio. E ganharíamos, evidentemente,  todos nós, o público.

Atualmente, só o Santos  leva a sério o Departametno de Futebol Feminino. Não há razão para que os outros grandes clubes não façam o mesmo.

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28-10-11

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Prata com gosto de ouro.

Por Monyque Luz

Nesta noite de quinta-feira (27-10) tivermos um final do Pan para as seleções femininas que ficará para a história. E ficará pela coragem competência e abnegação de nossas meninas que trouxeram a prata, mas são de ouro.

Sabíamos que  jogo não seria nada fácil, e foi realmente um teste para quem tem problema de coração.

Comecinho de jogo, o Canadá estava pressionando no ataque, mas foi o Brasil que, aos  cinco minutos , fez o primeiro gol.

Debinha arranca para a entrada da área e mete um chute forte no ângulo esquerdo do gol; um golaço  digno de uma final.

As canadenses  se abateram  com o gol  e o Brasil investiu no ataque construindo boas oportunidades

Mas logo as adversárias  se reascenderam e voltaram para a partida, fazendo com que o Brasil ficasse mais na defesa. E elas partiram pra cima.

Aos vinte minutos o Canadá  tive uma boa chance Na cara do gol e sozinha, Sinclair desperdiça.

E assim permaneceu até o término do primeiro tempo, o Canadá pressionava muito o Brasil só tentando segurar o placar.

No segundo tempo foi da mesma forma, as canadenses iam para cima e o Brasil  partia algumas vezes para o ataque, no entanto, ficava mais na defesa.

Já na parte final da partida o Brasil deu uma reagida e tentou o segundo gol. Mas como futebol tem dessas coisas: faltando apenas três minutos para o fim do jogo, em uma cobrança de escanteio, Sinclair aproveitou a falha da defesa para mandar  para dentro do gol, deixando tudo igual no placar.

Desse modo, o jogo foi para os acréscimos, onde permaneceu com o mesmo placar, afinal , as jogadoras estavam muito cansandas.

Dos acréscimos fomos  para os pênaltis, o momento mais tenso da partida, pois era ali que seria decidido o ouro.

Como nos pênaltis não é somente a objetividade que manda, mas a sorte  e o estado de nevos também influenciam, perdemos por  4  x  3. Mas nossas meninas merecem todo nosso carinho.

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 26-10-11

A garra leva nossas meninas para a final do PAN

Por Monyque Luz

Ontem (25-10), a seleção feminina de futebol enfrentou o México pela semi-final da disputa do Pan. E com muita  garra, venceu as donas da casa, credenciando-se para disputar a final contra a Colômbia ou Canadá, amanhã (26-10).

O jogo era simplesmente contra as donas da casa que, logicamente, contava com o apoio de toda a torcida.

O destaque comovente foi a vontade e a determinação da Maurine que, mesmo com a morte do pai, Seu Brasil, decidiu permanecer em Guadalajara para ajudar o time a  conquistar o ouro.

Rolando a bola no primeiro tempo, o Brasil era superior ao México, conseguia chegar mais no ataque. Porém, algumas bobeiras na defesa brasileira, deixavam as mexicanas muito perto de fazer o gol.

O jogo estava bastante movimentado, um verdadeiro tama lá dá cá. Apesar disso, o Brasil conseguia se manter mais tranquilo na partida.

A goleira mexicana, Santiago, foi autora de grandes defesas, tanto no primeiro quanto no segundo tempo e se não fosse por ela, o Brasil poderia teria obtido uma vitória mais folgada.

Mas no segundo tempo, aos 20 minutos, o Brasil  fez um gol, equivocadamente anulado pelo bandeirinha que  apontou impedimento inexistente.

No minuto seguinte, o México teve uma ótima chance ficando na cara do gol, mas a goleira Bárbara conseguiu segurar.

Apesar de não termos a torcida  a nosso favor, podíamos contar com toda a certeza com o apoio do Seu Brasil, pois foi justamente dos pés de sua filha Maurine, que saiu o gol da nossa classificação  para a final.

Finalmente, quase aos 35 minutos, Maurine pela direita recebeu o lançamento de Franciele  e colocou a bola para dentro do gol.

Agora é torcer para que nossa seleção seja a das “Meninas de Ouro”.

20-10-11

Um jogo fácil

Monyque Luz

 Na estréia de  terça-feira (18), contra a Argentina, no Pan de Guadalajara, nossa seleção  feminina de futebol, não contou com Marta e nem Cristiane, nossas melhores jogadoras, porém o técnico Kleiton Lima deu conta do recado e fez uma mescla entre jogadores experientes e as jovens da categoria Sub-20.

Esperávamos um jogo muito difícil, afinal, era um clássico e. além disso, uma estréia. Entretanto, as brasileiras não tiveram muito trabalho para vencer. Na verdade, mataram  o jogo logo no primeiro tempo.

A seleção Argentina não se encontrou na partida, faltou técnica. O Brasil conseguia chegar no ataque com facilidade e sua defesa também estava bem montada.

Aos 27 minutos do 1º tempo, no ataque brasileiro, Danielle consegue salvar a bola em cima da linha de fundo e cruza para Thaisinha marcar o primeiro gol do Brasil no Pan.

O segundo e último gol da partida saiu dos pés de Danielle, após chute de Bagé que bateu na trave. A  bola sobrou para Danielle que não desperdiça e manda a bola para dentro do gol.

No 2º tempo o Brasil já se contentava com o placar, não  quis correr riscos e jogou na base dos  contra-ataques.

Já a Argentina que precisava correr atrás do  placar, em nenhum  assustou a goleira brasileira, que trabalhou pouco neste primeiro jogo.

Agora temos, hoje (20), uma dura partida contra a Costa Rica.

One Comment leave one →
  1. 14/10/2011 12:04 pm

    Precisamos de políticas públicas voltadas às escolas como formadoras de novos atletas. É preciso entender a diferença entre Educação Física Escolar e Esporte de Rendimento, certamente a escola pode trabalhar com as duas frentes. Certamente este caminho traria um grande ganho para o futebol feminino. Gostei da matéria. Parabéns!

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