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Cantoras do Rádio

* Este espaço é uma homenagem às cantoras e aos cantores que, com louvor, deixaram marcas na história da música popular brasileira. Àqueles artistas que provaram, através das ondas do rádio, que além de país do futebol, o Brasil é também o país da música. 

Por Maísa Capobiango (@maisacapobiango)

13-07-10

 O adeus a Paulo Moura

Desde a noite dessa segunda-feira (12), com certeza, existe uma lacuna no mundo da música. Não são elogios tardios, pois há muito tempo se reconhece que Paulo Moura era um dos maiores saxofonistas e clarinetistas do mundo.

Paulista de São José do Rio Preto, Paulo nasceu no dia 15 de julho de 1932, numa família de instrumentistas. Aos 9 anos, ele pediu para estudar música e começou a tocar clarineta. Aos 14, ele entrou para o conjunto do pai.

Paulo Moura gravou o primeiro dos 40 discos em 1956. Ele chegou a integrar a orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e tocou com grandes nomes da MPB, como Elis Regina e Milton Nascimento e Maysa.

Em 1962, participou do histórico show de Bossa Nova no Carnegie Hall, ao lado de Tom Jobim e Sérgio Mendes. Tocou com Elis Regina, Fagner, Milton Nascimento, Ella Fitzgerald e Nat King Cole, entre muitos outros.

Paulo Moura foi reconhecido no ano 2000 com o Grammy – o maior prêmio da música mundial, com seu trabalho “Pixinguinha: Paulo Moura e os Batutas”.

Sua obra conta com 40 discos. Em Brasília, o clarinetista fez algumas apresentações no Clube do Choro, sendo a última no ano passado, dentro do projeto Doryval para sempre Caymmi. O último CD de Moura, AfroBossaNova, também saiu em 2009. O música completaria 78 anos nesta quinta-feira (15).

05-07-10

A rainha do baião no Retiro dos Artistas

 Na coluna de Ancelmo Góis no jornal O Globo em 05.07.2010, por Ana Cláudia Guimarães:

Carmélia Alves não escuta mais rádio. Prefere a TV. Aos 86 anos, sensação da Rádio Nacional nos anos 50, com o sucesso “Sabiá lá na gaiola”, de Mário Vieira/Hervé Cordovil, a cantora saiu de seu apartamento alugado em Copacabana e foi levada por amigos ao Retiro dos Artistas. É que Carmélia ganha uma aposentadoria de R$ 700 e não tinha mais fôlego para lutar contra a solidão e a crise financeira.

Espírita, a cantora que arrebanhou multidões em várias partes do mundo diz que a religião é a grande responsável por não ter dado cabo de sua vida quando perdeu o marido, o crooner Jimmy Lester. Em um bate-papo, ela reclama do Brasil, dos valores morais, da nova safra de músicos do país. Mas diz que, ainda bem!, reencontrou a felicidade no seu novo cantinho, cuidado muito bem pelo ator e vereador Stepan Nercessian. Diz ainda que quer lançar um DVD com suas amigas Ademilde Fonseca, Adelaide Chiozzo e Lana Bittencourt.

– Estava deprimida, sozinha. Tenho horror daquela confusão de Copacabana. Tem sido muito difícil trabalhar, eu vivia com restrições. Quando fui visitar o retiro, amei de cara. É um paraíso. Temos todo conforto sem desembolsar um tostão. Só saio daqui para o São João Batista.

Cheia de planos, Carmélia garante não ter saudade de seus áureos tempos. Falta mesmo, ela diz que só sente de seu marido, o também cantor Jimmy Lester, com quem foi casada por 54 anos. Ele morreu há 15 anos. Lester, assim como Carmélia, foi crooner do Copacabana Palace, local onde se conheceram e se casaram em apenas três meses. Foi depois de sua partida que a cantora achou que a vida não valia mais a pena:

— Nós viajamos pelo mundo. Ficamos hospedados em hotéis cinco estrelas, gastamos todo o dinheiro que ganhávamos. Pensando bem, Deus foi muito generoso comigo.

Que seja feliz. 

Um pedacinho do céu? Ademilde no choro! 

 

— Eu sou aquela, a inimitável. Eu sou Ademilde Fonseca, a cantora que nasceu no dia 04 de março de 1921, no Rio Grande do Norte, com muito orgulho.  Por acaso, eu estava numa festa com Benedito Lacerda e ele solou o grande chorinho “Tico-tico no fubá”, conhecido internacionalmente. Eu ainda nem era cantora de choros, mas foi a minha sorte. Quando eu cantei “Tico-tico no fubá”, o Benedito Lacerda ficou entusiasmado, falou que a música não tinha a letra, eu disse “tem, eu vou te mostrar”. E a letra é do Eurico Barreiros, com melodia do Zequinha de Abreu. Ele disse: “Eu vou te apresentar ao Braguinha e você vai gravar esse choro”. Pronto, aí eu me destaquei e ficou mais fácil pra mim. Gravei e foi um sucesso. Depois, as fábricas só queriam que eu gravasse choro.
  

Tico-Tico
O Tico-Tico tá
Tá outra vez aqui
O Tico-Tico tá comendo meu fubá
O Tico-Tico tem, tem que se alimentar
Que vá comer umas minhocas no pomar
(…)

  

 
 
 
 
 
 
 

 

O tal “Brasileirinho” 

Algumas das músicas que estouraram na voz de Ademilde, como “Brasileirinho”, composição do mestre do cavaquinho, Waldir Azevedo, foram regravadas inúmeras vezes por cantoras das gerações seguintes. 

— Com o “Brasileirinho”, muita gente pensa que foi a Baby Consuelo que lançou. Ela foi lá pra casa, aprendeu primeiro, pra depois gravar. E com essa troca do repertório, de tudo o que a gente canta, eu fico muito feliz. 

O brasileiro quando é do choro
É entusiasmado quando cai no samba,
Não fica abafado e é um desacato
Quando chega no salão.
Não há quem possa resistir
Quando o chorinho brasileiro faz sentir,
Ainda mais de cavaquinho,
Com um pandeiro e um violão
Na marcação.

  

 
“A modéstia não me levou pra frente” 
 
 
 
 
 

 

Quando se trata ter consciência de sua importância para a música brasileira e reconhecer o próprio trabalho, Ademilde não pestaneja: 

— Eu hoje falo “eu sou a inimitável”. Sabe por quê? Porque eu prestei atenção no trabalho que eu fiz, sem nenhuma pretensão. E é um trabalho muito bonitinho, bem feitinho, bem falado, bem cantado. Eu vou é assinar embaixo agora, pois a modéstia não me levou pra frente. Falo de brincadeira, mas falo. 

 

20-05-10 

Só numa multidão de amores
 

“Todos acham que eu falo demais
E que eu ando bebendo demais
Que essa vida agitada
Não serve pra nada
Andar por aí
Bar em bar, bar em bar  

(…)  

Ninguém sabe é que isso acontece porque
Vou passar toda a vida esquecendo você 

(…) 

E é por isso que eu falo demais
É por isso que eu bebo demais
E a razão porque vivo essa vida
Agitada demais
É porque meu amor por você é imenso demais” 

Tom Jobim e Aloysio de Oliveira. DEMAIS.

A realidade que se confundia com o mito. A oposição que transgredia em explosão. Maysa Figueira Monjardim. Maysa Matarazzo. Maysa. Maysa. Maysa. 

Sempre me perguntaram se meu nome foi em homenagem a ela. Não, não foi. Sem querer menosprezar, acho que minha mãe, no máximo, sabe que Maysa foi uma cantora. Uma cantora. Mas, não, Maysa foi ‘a cantora’. Se, infelizmente, não fui inspirada nela — tanto que meu nome não é com “y” — por outro lado, tive a sorte de ser apresentada à sua obra e me apaixonar perdidamente. Não foi uma paixão à primeira vista. Talvez porque todos viam como uma coisa lógica eu gostar de Maysa. Relutei, tentei ser do contra, inventei implicâncias, defeitos, mas não deu. Um dia simplesmente percebi que ela havia me vencido e há muito já tinha me conquistado. 

Meu amigo, o jornalista Eustáquio Trindade, que chegou a entrevistá-la, contou-me que Maysa era a elegância em pessoa. Aqueles enormes olhos verdes davam um poder a ela, que era capaz de deixar qualquer um a seus pés. E tinha os vícios. Além do cigarro, que era segurado pelos magistrais dedos longos, tinha a bebida. Durante a conversa, Maysa só tomou vinho do Porto. E o vinho era dela. Só dela. Quem quisesse, que pedisse outra garrafa. Ah, e claro, para entrevistá-la, nada de água ou refrigerante, era obrigação instituída por ela que, no mínimo, o repórter tomasse uma cerveja. 

Quanto aos amores, ela foi intensa. Até porque, essa é uma palavra que a definiria bem. Talento intenso, beleza intensa, coragem intensa… fatalidade intensa. Maysa Matarazzo morreu no dia 22 de janeiro, de 1977, num acidente de carro, na ponte Rio-Niterói. Uma carreira que se encerrou cedo. O brilho de uma estrela que se apagou rápido demais. Mas a gente continua a lembrar. Maysa. Maysa. Maysa. 

“Eu só queria morrer de muito amor…” 

15-05-10 

A cantora com bossa 

“Mudando de conversa onde foi que ficou
Aquela velha amizade
Aquele papo furado todo fim de noite
Num bar do Leblon
Meu Deus do céu, que tempo bom!”
 

Hermínio Bello de Carvalho e Maurício Tapajós. MUDANDO DE CONVERSA. 

 

A verdade é que eu tinha uma certa resistência a Dóris Monteiro. Não sei explicar bem o motivo. Bonita demais, talvez. A beleza enigmática dela em nada me lembrava o ar dramático da Dalva de Oliveira ou da Ângela Maria. Quando me davam algum CD de presente e tinha a Dóris no meio, eu sempre pensava: “Ah nem…”. Agora, me diga: onde eu estava com a cabeça? Onde? Ela pode não ter aquela potência vocal, característica das grandes Cantoras do Rádio, mas ela esteve lá. Ela também foi Rainha. Então, alguma coisa em especial tinha que ter. 

Dóris Monteiro encanta justamente pela suavidade e pela sensualidade da voz. Não precisa de muitos graves ou agudos, precisa de colocações, respirações e, principalmente, olhares. É uma voz tão doce, que dá vontade de ficar ouvindo e ouvindo… pra sempre! Felizmente, pude ver tudo isso de perto. Olhar nos olhos dela, abraçá-la e ficar me perguntando mais uma vez: “onde eu estava com a cabeça?”. 

Biografia 

Ouça Doris aqui 

10-05-10 

Aracy por Carmélia 


 

— Vou contar uma história. A Aracy de Almeida era uma mulher maravilhosa, uma grande cantora, musa de Noel Rosa, aquela coisa toda e tal. Mas era uma pessoa totalmente enlouquecida por não querer entrar num avião. Não entrava de jeito nenhum. Quando passava perto de um aeroporto, ela se virava como se estivessem tocando nela. Ela tinha uma paranóia e não entrava em avião de jeito nenhum. Nunca conheceu nada do Brasil, só Rio e São Paulo, porque ia de trem, nem de ônibus. E aconteceu o seguinte: a Rádio Nacional ia ser homenageada pelo governador e pelo Estado de Belém do Pará. Nós íamos para Belém — Emilinha, Marlene, Dalva, Ademilde Fonseca, Elizeth Cardoso, Isaurinha Garcia, Dolores Duran, cantoras e cantores, 80 ao todo — E estava todo mundo junto na sala pra conversar e decidir o repertório com o diretor artístico. A Aracy de Almeida entrou na sala derrubando tudo, enlouquecida: “Eu não vou nesse show, não vou de jeito nenhum. Vocês sabiam que eu não ando de avião, por que me puseram nesse show?” Ela estava quase querendo bater no diretor. O Nelson Gonçalves, que era gago, ficou nervoso e pediu que ela não se exaltasse, mas ela disse que ele não iria conseguir conquistá-la. Ele disse: “Aracy, presta atenção: esse medo burro que você tem de viajar de avião, que bobagem é essa? Fica sabendo de uma coisa: Você só vai morrer quando chegar o seu dia, sabia?” Ela parou e disse assim: “Sabia, mas, e se for no dia do piloto?” Aí acabou o assunto ali. O pessoal morreu de rir. 

* Carmélia Alves, a nossa Rainha do Baião, me contou essa história e resolvi compartilhá-la aqui, com vocês. 

05-05-10 

Maravilhosamente cantar
 

Sabe quando você ouve uma música pela primeira vez e, quando percebe, ela já está no repeat há mais de uma hora e você continua se deliciando e querendo escutar de novo? Foi exatamente assim quando, em um disco das Cantoras do Rádio, me deparei com o bolero “Vício”. A composição de Fernando César é, desde então, umas das minhas músicas favoritas. 

Mas, atrelada à belíssima letra, havia uma voz cheia de sentimento. Uma voz que escutei e só consegui pensar: ‘Que coisa M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A!’. Logo depois, descobri que, no caso da cantora em questão, o lugar comum é recorrente. É difícil separar o adjetivo dela, A Maravilhosa Ellen de Lima. Puxação de saco? Com certeza. E nada de falsa modéstia!
Para você entender do que estou falando: 

Ok, eu compreendo que você talvez nunca tenha ouvido “Vício”. Aliás, que tenha ouvido agora, pela primeira vez na vida. Vou tentar, então, dar uma familiaridade à situação. 

Se você já assistiu alguma vez o concurso de Miss Brasil, certamente conhece a “Canção das Misses”. Não se lembra? Me diga se não é de, no mínimo, ter vontade de ser uma miss e desfilar ao som dessa música? 

 

“Com vocês, Ellen de Lima. Para mostrar que não está na ordem do dia, mas, está em dia e em ordem.” 

20-04-10 

Carmélia Alves no Retiro dos Artistas
 

Aproveitando que acabei de falar da nossa rainha do baião, Carmélia Alves, quero deixar registrada, aqui, reprodução de uma nota que saiu nessa segunda-feira, dia 19, no jornal O Globo, na coluna do Joaquim Ferreira dos Santos. Nestas horas, fico me perguntando: por que será que a maioria das cantoras do rádio sempre acaba tendo esse triste destino? Vai entender a vida… 


 

16-04-10 

Com vocês, Carmélia Alves 

 

Nascida em fevereiro de 1923, na cidade do Rio de Janeiro, Carmélia Alves é filha de pai cearense e mãe baiana. Se pensarmos que ela foi criada com base nos costumes nordestinos e associarmos a árvore genealógica da cantora à trajetória artística que ela seguiu, talvez seja fácil entendermos a familiaridade com a cultura do nordeste. Porém, não foi sempre assim. Na adolescência, Carmélia era fanática pela cantora Carmen Miranda. 

Apesar de Carmen e Carmélia nunca terem se conhecido pessoalmente, os passos no início da carreira de Carmélia sempre estiveram atrelados aos da pequena notável. Quando Carmen Miranda foi para os Estados Unidos, Carmélia Alves, então com 17 anos, foi convidada para substituí-la como crooner na boate do Copacabana Palace Hotel. 

Foi, certamente, no ambiente do Copacabana Palace, que Carmélia começou a traçar os rumos gloriosos que sua carreira tomaria nos próximos anos. Foi ali que a cantora teve os primeiros contatos com grandes nomes da música brasileira e do cenário internacional. 

Além de trabalhar como crooner do Copacabana Palace, Carmélia também foi para o tão sonhado mundo do rádio. Em 1940, convidada pelo locutor César Ladeira para fazer o horário que antes era de Carmen Miranda, ela já cantava na Rádio Mayrink Veiga. Foi também na década de 1940, mais precisamente no ano de 1944, que Carmélia conheceu o cantor Jimmy Lester, com quem ficaria casada durante 54 anos. 

“Sabia lá na gaiola …” 

No final dos anos 1940, os boleros, ranchos e marchas tomavam conta das rádios. Mas, em meio a esses gêneros já consolidados, a música “Me leva” composta por Hervê Cordovil e lançada em disco por Ivon Curi e Carmélia, ganhou destaque e começou a colocar o baião na vida da cantora. A partir daí, na década de 1950, Carmélia apareceu com delícias como “Trepa no Coqueiro” (Ari Kerner, 1950, que anos mais tarde recebeu regravação de Ney Matogrosso), “Sabiá na gaiola” (Hervê Cordovil, 1950) e “Cabeça inchada” (Hervê Cordovil, 1951), que estouraram em todo o Brasil. Depois foi simples. O caminho já estava traçado e Carmélia Alves foi coroada com o título de Rainha do Baião, que era o gênero mais veiculado nos anos 1950. O baião só começou a declinar no início da década de 1960, com a chegada da bossa-nova. 


Apesar de o gênero nordestino e, conseqüentemente, os cantores, terem ficado um pouco prejudicados com o surgimento da bossa-nova, Carmélia arranjou uma maneira de driblar a crise e alçou novos rumos à sua carreira. A cantora passou longas temporadas viajando e trabalhando em países da Europa e da América Latina, mostrando ao mundo todo o que é o baião. 

06-04-10 

“Nós somos as cantoras o rádio, levamos a vida a cantar…” 

Seria até uma injustiça se a primeira postagem não fosse dedicada a elas, que foram e são minha fonte de inspiração: As Cantoras do Rádio. Apesar de o termo existir desde os anos 1930, em função da famosa composição de Braguinha, Lamartine Babo e Alberto Ribeiro, o grupo Cantoras do Rádio existe há apenas duas décadas. 

Formado inicialmente por Carmélia Alves, Ellen de Lima, Nora Ney, Rosita Gonzales, Violeta Cavalcanti e Zezé Gonzaga, o grupo surgiu da ideia do ator Érico de Freitas, de divulgar a arte dessas mulheres e fazer um trabalho de construção da memória musical do nosso país. Com a morte de Nora, Rosita e Zezé e o afastamento de Violeta, devido a problemas de saúde, Cantoras do Rádio hoje conta com Carmélia, Carminha Mascarenhas e Ellen de Lima. 

Em 2009, foi lançado um documentário tendo essas divas como protagonistas. O filme, mais do que um resgate histórico, é um grito de alerta para que a nova geração pare para prestar um pouco mais de atenção no passado. Mas isso é tema para um outro post. Aos poucos, vou falando aqui sobre cada uma dessas cantoras, mostrando de onde vem toda a base das canções que ouvimos hoje. Por enquanto, deixo um vídeo com o trailer do documentário Cantoras do Rádio, só para você já ir ficando com água na boca. 

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6 Comentários leave one →
  1. 07/04/2010 10:31 pm

    Excelente idéia. Vou acompanhar. Espero que novos talentos da nossa música também tenham essa oportunidade.

  2. 13/04/2010 2:31 am

    Parabéns pela nova coluna do blog! Excelente! São muitos talentos que o Brasil tem para mostrar.

  3. 21/05/2010 2:24 pm

    Sempre bom conhecer um pouco mais sobre a nossa história, ainda mais contada de modo tão envolvente. Parabéns!

  4. sanmirax permalink
    10/02/2011 4:07 pm

    Fale tb sobre Cauby, Angela Maria, Herivelto Martins e Dalva de Oliveira, nossa e mtos mtos mais.
    Amei este tema. Obrigada.

  5. 17/09/2011 5:17 pm

    HiSTórias assim são vidas que já se passarão e teve muitas lutas
    e conflitos verdadeiros que brasileiro com fioram o casos desses
    cantores que deixaram suas biografias de fatos que aconteceram de verdade de momentos sublimes e concretos de trajetórias nada facéis
    aqui quem falou foi uama garota que pede assuntos verdadeiros
    que digam de verdade conteudos de histórias marcantes ….

  6. jaqueline permalink
    04/12/2012 8:12 pm

    issas musicas sao d+!!!!!

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